domingo, 4 de dezembro de 2011

Segurança Física com Pedras

Grandes pedras são utilizadas para proteger a sede da polícia da cidade de Waterloo, em Ontário, Canadá. 

Veja vídeo clicando aqui.

Uma série de grandes pedras foram adicionados ao pátio frontal da sede da polícia da cidade de Waterloo, em Ontário, no Canadá, a fim de ajudar a proteger o edifício.

A idéia surgiu depois que um homem, sem motivos aparentes, conduziu seu carro pela porta da frente do prédio, na manhã de domingo, 13 de novembro. O Dodge Magnum parou bem perto de onde os policiais trabalhavam. 

O Vice-Chefe de polícia, Steve Beckett, disse que "Temos que dar mais atenção para barreiras físicas, tais como blocos de concreto, muros e uma série de questões de segurança física nos próximos meses. Seria bom se pudéssemos fazer algo rapidamente, pois há uma preocupação imediata com respeito a este tipo de problema."

As pedras foram utilizadas para a proteção temporária na sede da Divisão Norte e da Divisão Sul até que uma solução mais permanente possa ser postas em prática.

Felizmente o acidente não aconteceu em horário mais movimentado, quando muitos oficiais, civis e público em geral, poderiam ter sido envolvidos.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Biometria de face na Copa 2014

Biometria de face pode ser usada em estádios da Copa 2014 - Futebol - iG:
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Biometria de face pode ser usada em estádios da Copa 2014

Software empregado em aeroportos para identificar terroristas pode servir para barrar 'hooligans' e criminosos

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro 29/11/2011 16:23
Uma tecnologia já usada para identificar terroristas e criminosos em aeroportos pelo mundo pode chegar aos estádios brasileiros que estão sendo construídos para a Copa do Mundo de 2014. Um software que reconhece, por biometria, rostos de  potenciais ameaças é um dos produtos de tecnologia disponíveis para os estádios inteligentes na Soccerex, feira de negócios de futebol, no Rio.

O equipamento da japonesa NEC pode ser usado para impedir que torcedores violentos, como os hooligans ingleses, entrem nos estádios durante a Copa. Para isso, é necessário o cadastro digital de uma “lista negra”, com as fotos dos torcedores vetados pela Justiça.

A partir de um cálculo da distância entre os olhos, nariz, orelha dos rostos, o equipamento usa a geometria para identificar a face das pessoas do banco de dados na multidão e as aponta aos responsáveis pela segurança.

“Esse aplicativo tem inúmeras utilidades e pode ser usado nos estádios, potenciais clientes. Ele ‘lê’ a geometria da face das pessoas e é capaz de determinar, com boa precisão, se aquela é a pessoa indesejada”, disse o representante de projetos especiais da empresa no Brasil, Alexandre Nakamura. Segundo ele, o estádio de Recife é um potencial cliente.

Uma tela aponta o grau de precisão do equipamento, dependendo do momento em que a imagem é capturada. Na amostragem do evento, o aparelho identificou alguns cadastrados, com eficiência que variou de 32% a 58%.

“Quanto melhor é a resolução da imagem maior é a precisão. O aparelho identifica o rosto mesmo quando há pequenas modificações, como o uso de chapéu e barba, por exemplo”, afirmou Nakamura.

De acordo com ele, as polícias se interessam frequentemente pelo software, em especial para tentar identificar ladrões de bancos, e pessoas que fazem “saidinha” de banco. “O problema é que as imagens que eles têm, na maioria dos casos, são de baixa resolução, e com iluminação ruim. Isso influencia negativamente a identificação. As câmeras precisam ter certa resolução”, explica.

Por outro lado, muitos bancos também são clientes de olho nos clientes “VIP”. É a chamada “lista branca” – em oposição à “lista negra”. “Os bancos têm interesse em agradar o cliente VIP e lhe proporcionar atendimento especial, desde o momento em que entra no estabelecimento”, disse Nakamura.