segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Nova Lei de Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndios

Projeto de Lei Complementar nº 155 /2013

Estabelece normas sobre Segurança, Prevenção e Proteção contra Incêndios nas edificações e áreas de risco de incêndio no Estado do Rio Grande do Sul e dá outras providências (Lei Complementar nº 155/2013).



sábado, 7 de dezembro de 2013

Fuzil AR-15 com impressora 3D


Americano faz fuzil AR-15 com impressora 3D e vende por US$ 452

O americano Gilman Louie utilizou uma impressora 3D Makerbot, que custa US$ 2 mil, para produzir um rifle AR-15 Gilman levou 24h para concluir a impressão. Atualmente, ele está produzindo a arma sob encomenda. Cada rifle custa US$ 452.
Louie gastou o equivalente a US$ 2 em plástico para imprimir o "corpo" da arma. Depois de imprimir, ele desembolsou entre US$ 400 a US$ 450 para completar a arma com partes que ele comprou na Amazon.com. Louie testou a arma disparando mais de 50 vezes.
As informações são do New York Post

Lei para banir armas feitas por impressoras 3D
O Congresso americano debate a renovação de um ato que proíbe o uso de armas de materiais indetectáveis, como as pistolas de plástico feitas a partir de impressoras 3D. O ato expira no próximo dia 9 de dezembro e os políticos americanos querem que o regulamento passe a valer por mais 10 anos.
Vídeo: http://tinyurl.com/lvf747v

Reportagem (em inglês): http://tinyurl.com/kzj8qfa


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O robô-policial


Empresa dos EUA apresenta o K5, o robô-policial

A empresa Knightscope, localizada no Vale do Silício, nos EUA, desenvolveu um robô-policial. O robocop K5 possui câmera de vídeo, câmera de visão noturna, radar, sensores de qualidade do ar, bem como um microfone. A empresa acrescenta que o K5 também irá utilizar GPS, uma  e sistemas de detecção de radiação biológica e química.

O K5 é uma mistura do R2 -D2, robô famoso da Saga de Star Wars e o robô da série Perdidos no Espaço. Segundo a Knightscope, o objetivo do robocop é "aumentar os serviços de segurança privada nos campi corporativos, escolas, shoppings, hotéis e em grandes edifícios".
A Knightscope diz que K5 utiliza uma combinação de robôs autônomos e análise preditiva para fornecer uma imponente presença física, mas amigável durante a coleta de importantes dados em tempo real no local, com vários sensores.

Os dados coletados por meio desses sensores são processados através de um motor de análise preditiva que é combinado com  o conjunto de dados sociais e a partir disso, é atribuido um nível de alerta que determina quando a comunidade e as autoridades devem ser notificadas.



Vídeo: http://tinyurl.com/mncqd2z

Site da empresa: http://knightscope.com/


terça-feira, 22 de outubro de 2013

domingo, 23 de junho de 2013

Simulação de evacuação

Simulação de evacuação em boate pode ajudar a aprimorar legislação contra incêndio

Além do treinamento da equipe de brigadistas, gerar conhecimento para a área era um dos principais objetivos


Eram 2h de domingo quando a música parou de tocar nas três pistas da boate Santa Mônica, em Porto Alegre. A sirene soou, as luzes de emergência se acenderam e os baladeiros foram se dirigindo até a saída mais próxima.
Foram exatos três minutos e 26 segundos até que o último dos cerca de 500 frequentadores deixasse o prédio. Um aplauso geral tomou conta da área externa da casa noturna para coroar o sucesso da simulação de evacuação.
— Se fosse uma situação real, estariam todos salvos! — comemorou o dono da boate, Edson Dutra, antes de anunciar que dali em diante a festa continuaria com bebida liberada.
Era uma forma de agradecer a todos os que concordaram em participar do teste, mediante um termo de ciência assinado na entrada.
— Valeu como experiência pessoal para saber como agir numa situação dessas. Tinha alta galera para orientar a saída, acho que se fosse um caso real isso ajudaria bastante — destacou o estudante de Direito Vinícius Batistel, 19 anos.
A "alta galera" a que se referia Batistel era a equipe de 15 brigadistas de incêndio da casa, que vinham sendo treinados há dois meses para, entre outros procedimentos de segurança, saber orientar uma evacuação em caso de emergência.
— Esse exercício é um grande passo para responsabilizar os proprietários desses estabelecimentos a garantirem a segurança dos usuários, além de integrar todos os órgãos que devem preservar a integridade das pessoas em caso de sinistro — avaliou o capitão Eduardo Estevam Rodrigues, subchefe da Seção de Prevenção de Incêndio.
O secretário municipal de Indústria e Comércio da Capital, Humberto Goulart, que também acompanhou os trabalhos na madrugada, reconhece não ter notícia de articulação semelhante, pelo menos não com tanta tecnologia agregada.
— É um momento riquíssimo, pois permitirá coletar informações quase que de uma situação real, podendo até colaborar para o estudo da prevenção em outras casas noturnas — comentou o secretário.
Um dos elementos tecnológicos que chamou a atenção de Goulart na hora do teste foi a contagem de pessoas por meio de sistema de câmeras com infravermelho, o que permite monitorar com precisão a densidade de ocupação de cada ambiente da boate.
Previamente, a evacuação da Santa Mônica já havia sido simulada no software desenvolvido pela pesquisadora Soraia Musse, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Em ambiente virtual, a evacuação foi ensaiada com lotação máxima: exatas 1.010 pessoas. O tempo foi de três minutos e 35 segundos, pouco mais do que o teste real, com metade do público.
— Além do fato de que, com menos gente, a velocidade de deslocamento é menor, o programa não considera o mobiliário e no real as pessoas não se colocam voluntariamente em situação de emergência — explicou a professora.
Somar conhecimentos, usando a tecnologia disponível e a experiência prática era o grande objetivo de toda a mobilização na balada. O arquiteto e engenheiro de segurança Paulo Dalle, autor do projeto de evacuação da Santa Mônica, deve fechar um relatório nos próximos 15 dias apontando êxitos, falhas e sugestões.
— Esse resultado poderá gerar subsídios de formação, por meio da publicação de artigos em revistas especializadas em engenharia de segurança, e até para aperfeiçoar a legislação — projeta.
Das observações trocadas entre pesquisadores, engenheiros e bombeiros ao fim do teste, uma constatação preliminar deve ser aprofundada: não há um tempo máximo de evacuação previsto para boates, como há para estádios de futebol no padrão Fifa, por exemplo. Com simulações virtuais e mais exercícios de abandono como o realizado na madrugada de domingo, poderia se chegar a esse tempo e aprimorar as exigências da lei para garantir mais segurança a quem sai para se divertir.

Fonte: ZH 23/06/2013

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Venda de armas

29/04/2013 - 03h00

Venda de armas para EUA sobe 187,5% na gestão Lula

RUBENS VALENTE
DE BRASÍLIA
Os Estados Unidos, que discutem restrições ao comércio de armamentos, adquiriram 7,9 milhões de armas de fogo do Brasil nos últimos 40 anos, e 59% desse total foi exportado durante o governo Lula (2003-2010).

É o que indica um levantamento inédito do Comando do Exército obtido pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação, com o registro detalhado de vendedores e compradores de 9,9 milhões de revólveres, pistolas, carabinas e espingardas, entre outras armas, enviadas para fora do Brasil de 1971 a 2011.

Leia a matéria completa clicando na figura abaixo.


domingo, 28 de abril de 2013

sábado, 27 de abril de 2013

Tragédia vira documentário de TV

Produzido pelo canal de TV Discovery, o programa vai ao ar na noite deste sábado (27/04/2013).Tragédia vira documentário de TV Discovery/Divulgação

Hoje às 21h30min.

O maior desastre da história gaúcha será revelado em detalhes para mais de 13 milhões de lares de todo o Brasil, hoje à noite, por meio de um documentário produzido pelo canal de TV Discovery. Mesmo habituados a recontar tragédias, os responsáveis brasileiros e estrangeiros pelo programa revelam que os testemunhos colhidos sobre o incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, comoveram a equipe de produção.

O especial foi realizado em tempo recorde a fim de ser exibido no dia em que se completam três meses desde a madrugada em que o destino das 241 vítimas foi selado.

Para reconstituir os eventos da noite em que o teto de espuma da casa noturna pegou fogo, o Discovery contratou a produtora Mixer, de São Paulo, uma semana após o incêndio. Essa rapidez é exceção ao período em que os documentários do canal costumam ser produzidos. Normalmente, recuperam eventos depois de passados meses ou anos. Foram dois meses e meio para concluir o trabalho, menos da metade do prazo normal.

A vice-presidente de Desenvolvimento e Produção da Discovery Networks na América Latina, a italiana radicada nos EUA Michela Giorelli, conta que a dramaticidade do caso gaúcho impressionou a todos e levou à mobilização quase imediata.
— Tomamos a decisão pelo impacto que a notícia teve em todo o mundo. O que mais me impactou foi a quantidade de jovens que morreram. Já fizemos vários programas sobre tragédias mas, nesse caso, eram muitos jovens começando a vida — revela Michela.

A executiva lembra que o canal também produziu um especial sobre o incêndio na boate argentina República Cromañón, que levou à morte 194 pessoas em 2004:
— Quando vi o que tinha acontecido em Santa Maria, pensei: “Que pena. É um outro Cromañón”. É o mesmo tipo de acidente, que envolve pouca prevenção e irresponsabilidade. Por isso, também procuramos dar voz aos especialistas e aumentar a consciência para esse tipo de problema.

Mas, enquanto o documentário Inferno em Cromañón veio cinco anos depois, o diretor da produção brasileira, Daniel Billio, 42 anos, entrevistou familiares ainda sob o impacto do desastre. O documentarista fluminense, morador de São Paulo há 20 anos, produziu em 2012 uma série de oito especiais sobre desastres aéreos para o Discovery. Ele afirma que a dor dos familiares se assemelha em ambos os casos, em que a morte ocorre de maneira repentina e em grande quantidade:
— Todo o processo foi muito doloroso, uma das missões mais difíceis da minha vida. Como sou documentarista, não jornalista, não costumo cobrir os fatos no calor dos acontecimentos. Nesse caso, me deu um nó na garganta durante as várias entrevistas com familiares — afirma Billio.

Fonte: http://tinyurl.com/cb3gmhu

terça-feira, 9 de abril de 2013

Sistemas de alarme contra incêndio em cozinhas.

A seleção do tipo e local de instalação dos detectores deve ser efetuada com base nas características mais prováveis da conseqüência imediata de um princípio de incêndio, além do julgamento técnico,  considerando-se os seguintes parâmetros:
  1. aumento de temperatura, 
  2. produção de fumaça ou produção de chama; 
  3. materiais a serem protegidos; 
  4. forma e altura do teto e a ventilação do ambiente, entre outras particularidades de cada instalação.
Com a finalidade de evitar alarmes falsos, em ambientes onde a geração de vapores e fumaças é comum, como é o caso das cozinhas, pode-se empregar os Detectores de Temperatura.

A área de ação a ser empregada para estes detectores é de 36 m² para uma altura máxima de instalação de 7 m. Os tipos mais utilizados são:
  1. Térmicos: instalados em ambientes onde a ultrapassagem de determinada temperatura indique seguramente um princípio de incêndio;
  2. Termovelocimétricos: instalados em ambientes onde a rapidez no aumento da temperatura indique inequivocamente um princípio de incêndio.
Visualmente estes dispositivos são muito semelhantes aos conhecidos detectores de fumaça. A figura a seguir apresenta um Detector Térmico Convencional.
 A próxima figura mostra um Detector Termovelocimétrico.

Nestes ambientes são também muito úteis os Acionadores Manuais, que são dispositivo destinados a transmitir a informação de um princípio de incêndio, quando acionado pelo elemento humano.

Fonte: NBR 9441

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Prédio de 40 andares pega fogo na Rússia

Fogo atingiu um dos prédios mais altos da Chechênia na tarde desta quarta-feira em Grozny, na Rússia. Cerca de 30 pessoas foram evacuadas, mas nenhuma se feriu. Não havia ninguém morando no local, que ainda estava em construção. Ainda não se sabe a causa das chamas, que atingiram grande parte dos 40 andares do edifício. Mais de 100 bombeiros trabalharam na extinção das chamas.