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domingo, 28 de abril de 2013
sábado, 16 de março de 2013
Projeto de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio - I
O projeto de sistemas de detecção e alarme de incêndio (SDAI) deve ser elaborado à luz da NBR9441/1998, e deve conter, obrigatoriamente:
- Localização de todos os equipamentos integrantes do sistema e detalhes genéricos de instalação destes, incluindo a segurança contra roubo.
- Especificações dos equipamentos a utilizar, características e aprovações nacionais.
- Trajeto dos condutores elétricos nas diferentes áreas, com identificação dos riscos envolvidos e suas proteções mecânicas e térmicas, inclusive dimensões dos condutos e caixas, quantidade dos bornes de ligação, identificações, etc.
- Características do material de instalação a ser empregado, suficientes para indicar a adequabilidade de sua utilização.
- Diagrama multifilar mostrando a interligação entre todos os equipamentos aplicáveis aos circuitos de detecção, alarme e auxiliar, e entre estes e a central. Este pode ser genérico ou, em casos de alterações do padrão normal específico, individual, para cada área supervisionada ou para cada circuito.
- Quadro-resumo da instalação, indicando:
- número de circuitos de detecção e sua respectiva área, local ou pavimento;
- quantidade e tipo de detectores ou acionadores manuais em cada circuito e área ou local em que estão instalados;
- quantidade e tipo de indicadores ou avisadores correspondentes a cada circuito e os respectivos locais de instalação;
- quantidade de dispositivos para comandar instalações prediais em cada circuito auxiliar e os
respectivos locais ou áreas de instalação; - cálculo de tempo de abandono desde o ponto de trabalho e área de perigo até a parte externa da edificação, e diagrama da lógica dos alarmes, sinalizações e dos controles para evitar congestionamento na fuga;
- cálculo da bateria para o tempo máximo de supervisão e depois para o alarme de incêndio na maior área supervisionada com todos os sinalizadores e circuitos auxiliares ativados de acordo com a lógica apresentada na alínea 5. Deve ser incluído, no cálculo da capacidade da bateria, a temperatura mínima do ambiente da instalação da bateria e a corrente máxima exigida.
sexta-feira, 15 de março de 2013
Livro: A Segurança Contra Incêndio no Brasil
Excelente livro sobre A Segurança Contra Incêndio no Brasil. Para download gratuito, clique na imagem.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Falha em segurança contra fogo
Após 41 anos, edifício Andraus falha em segurança contra fogo
Famosos pelos grandes incêndios que comoveram o país na década de 1970, os edifícios Andraus e Joelma, no centro de São Paulo, vivem hoje situações opostas.No Andraus, há falhas na sinalização e nas portas que evitam a propagação do fogo. Já o Joelma tem equipamentos em ordem e até piso tátil para cegos.
A pedido da Folha, o especialista em prevenção de incêndios Sérgio Ceccarelli percorreu os prédios para verificar o cumprimento das normas de segurança. Regras que, em sua maioria, foram criadas após a repercussão causada justamente pelos dois incêndios.
No Andraus, onde funciona parte da Secretaria Municipal de Finanças, os hidrantes, extintores e saídas dos 32 andares não têm as placas de indicação, que são padronizadas e obrigatórias.
"Na hora do pânico, a pessoa não sabe diferenciar a porta do elevador da porta da escada. Quem vem todo dia até sabe, mas aqui há atendimento ao público, a rotatividade é muito grande", diz.
Mas, para o consultor, o mais grave foi encontrar portas corta-fogo abertas.
"No incêndio do Grande Avenida [em 1981, na av. Paulista] muita gente morreu na escada, pois havia portas abertas que deixaram a fumaça tóxica entrar", lembra Ceccarelli, que trabalha há mais de 20 anos com segurança.
Ele observou que existe um dispositivo de fechamento automático, mas ele só age quando as portas estão encostadas --caso só de algumas.
"Fiquei decepcionado, até pelo histórico do edifício. Poderia estar melhor."
No Joelma, hoje rebatizado de edifício Praça da Bandeira, há sinalização indicando hidrantes, extintores e rotas de fuga nos 15 andares de escritórios --há outros dez apenas com garagens.
A segurança vai até além das normas, como as duas entradas e o pisto tátil, para cegos, na escada de emergência, que foi construída após o incêndio. Nos extintores, além do mostrador de validade, ficam afixados relatórios de manutenção.
(Texto extraído da Folha de São Paulo de 17/02/2013 - 03h31, ANDRÉ MONTEIRO)
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
O Sistema de Iluminação e Sinalização de Emergência da Boate Kiss
Considerações a respeito do Sistema de Iluminação e Sinalização de Emergência da Boate Kiss*
A boate Kiss atendia aos requisitos?
Em termos de sinalização de emergência, a boate Kiss até superava os requisitos, pois somente em Porto Alegre se demandam sistemas autônomos de sinalização**. No interior do estado, inclusive em Santa Maria, se admite o uso de sinalização luminofosforescente.O que ocorreu então?
Verificou-se que pode existir uma falha importante na maneira como estes sistemas são implementados. Isto demandará uma revisão nos princípios de funcionamento adotados atualmente para iluminação de emergência.Qual foi a falha?
Como o fornecimento de energia elétrica não caiu nos primeiros momentos, a iluminação de emergência, embora existisse, não cumpriu seu papel. As luzes só foram acionadas quando houve a queda de energia, momento em que a fumaça já tomava conta do ambiente.O que deve ser feito?
É necessário alterar o funcionamento desses dispositivos para que os mesmos sejam acionados não só em caso de falta de luz, mas também se houver obstrução ótica.Como deve ser o sistema de iluminação de emergência?
O acionamento deve ser em função da obstrução de visão, ou ainda por acionamento manual. Sugere-se como parâmetro que, em grandes ambientes, se deve utilizar luminárias embutidas no piso, com luz de cor amarela de 50 cm em 50 cm marcando todo o caminho até a porta de saída.
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*Texto adaptado do Relatório do CREA, ANÁLISE DO SINISTRO NA BOATE KISS, EM SANTA MARIA, RS
** Sistemas autônomos são aparelhos de iluminação de emergência constituídos de um único invólucro adequado, contendo lâmpadas incandescentes, fluorescentes ou similares e:
1. fonte de energia com carregador e controles de supervisão;
2. sensor de falha na tensão alternada, dispositivo necessário para colocá-lo em funcionamento, no caso de interrupção de alimentação da rede elétrica da concessionária ou na falta de uma iluminação adequada.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Boate Kiss: relatório do CREA aponta erros e faz recomendações
Apresentado na tarde desta segunda-feira (04) o Relatório* produzido
pela Comissão de Especialistas em Segurança contra Incêndio formada pelo
CREA-RS após a tragédia em boate de Santa Maria, após visita técnica ao
local e análise da documentação relativa ao local, apontou uma "série
de erros" que levaram ao incêndio que vitimou 237 pessoas na madrugada
do dia 27 em Santa Maria.
De acordo com o documentos, "a análise das informações disponíveis até o momento aponta como causas fundamentais para a ocorrência do incêndio a combinação do uso de material de revestimento acústico inflamável, exposto na zona do palco, associada à realização do show com componentes pirotécnicos".
Entre as causas determinantes da tragédia, conforme apontaram os especialistas, estiveram:
Além de apontar as causas que resultaram na tragédia, a Comissão de Especialistas do CREA-RS também apontou soluções, entre eles, alteração nas normas para materiais de isolamento, modificação na formação de técnicos de prevenção contra incêndio, criação de forças-tarefas em municípios para analisar a legislação, elaborar um código estadual de segurança contra incêndio e pânico, criação de campanha institucional para mostrar a sociedade os riscos, além da criação de um departamento técnico dentro do Corpo dos Bombeiros.
*A íntegra do relatório está disponível na parte superior da coluna da direita desta blog.
(Texto adaptado de CREA-RS)
De acordo com o documentos, "a análise das informações disponíveis até o momento aponta como causas fundamentais para a ocorrência do incêndio a combinação do uso de material de revestimento acústico inflamável, exposto na zona do palco, associada à realização do show com componentes pirotécnicos".
Entre as causas determinantes da tragédia, conforme apontaram os especialistas, estiveram:
- a falha no funcionamento dos extintores de incêndio,
- a dificuldade de evacuação,
- a deficiência nas saídas e na iluminação de emergências,
- a falta de um mecanismo para retirar a fumaça e
- a utilização de materiais inadequados, como a espuma emborrachada que queimou e liberou o gás cianeto, que intoxicou a maior parte das vítimas.
Além de apontar as causas que resultaram na tragédia, a Comissão de Especialistas do CREA-RS também apontou soluções, entre eles, alteração nas normas para materiais de isolamento, modificação na formação de técnicos de prevenção contra incêndio, criação de forças-tarefas em municípios para analisar a legislação, elaborar um código estadual de segurança contra incêndio e pânico, criação de campanha institucional para mostrar a sociedade os riscos, além da criação de um departamento técnico dentro do Corpo dos Bombeiros.
*A íntegra do relatório está disponível na parte superior da coluna da direita desta blog.
(Texto adaptado de CREA-RS)
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Obrigatoriedade da sinalização de segurança ILUMINADA
A NBR 13.434 - Parte 1, Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Parte 1: Princípios de projeto, no item 4.1.1.3, estabelece o seguinte:
- Os recintos destinados a reunião de público sem aclaramento natural ou artificial suficiente para permitir acúmulo de energia no elemento fotoluminescente das sinalizações de saída devem possuir sinalização iluminada com indicação de saída (mensagem escrita e/ou símbolo correspondente), sem prejuízo ao sistema de iluminação de emergência de aclaramento de ambiente, conforme NBR 10.898/99. (grifos meus)
A NBR 10.898/99 é a norma da ABNT que fixa as características mínimas exigíveis para as funções a que se destina o sistema de iluminação de emergência a ser instalado em edificações, ou em outras áreas fechadas sem iluminação natural.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Dimensionamento de Saídas de Emergência
É importante observar que, além destes cálculos, outras exigências adicionais sobre largura de saídas podem ser necessárias e não foram aqui consideradas. Além disso, a NBR-9077 estabelece uma série de parâmetros para os Acessos, Rampas, Escadas, Guardas e corrimãos, Elevadores de emergência, Áreas de refúgio, entre outros, que também não foram considerados.
Dados da Boate *
- Área interna = 615m²
- Lotação prevista = 691 pessoas
- Saídas de emergência = 1 (!?!)
- Largura da porta principal = 3m (aprox.)
Definições da Norma
- NBR 9077, Item 3.54 - Unidade de passagem = Largura mínima para a passagem de uma fila de pessoas, fixada em 0,55 m. Nota: Capacidade de uma unidade de passagem é o número de pessoas que passa por esta unidade em 1 min.
- NBR 9077, Item 3.44 - População = Número de pessoas para as quais uma edificação, ou parte dela, é projetada.
Características da Boate
- Tabela 1 - Classificação das edificações quanto à sua ocupação = F6 (Boates e clubes noturnos em geral, salões de baile, ....)
- Tabela 2 - Classificação das edificações quanto à altura = K (Edificações térreas)
- Tabela 3 - Classificação das edificações quanto às suas dimensões em planta = P (Sp < 750 m²)
- Tabela 4 - Classificação das edificações quanto às suas características construtivas = X (Edificações em que a propagação do fogo é fácil) OBS: considerando o revestimento acústico altamente inflamável.
Dimensionamento das saída
Tabela 5 - Dados para o dimensionamento das saídas.- F6 => População (aqui a População não foi calculada devido a falta de dados quanto as áreas de sanitários, conforme 4.3.4, que estabelece que exclusivamente para o cálculo da população, as áreas de sanitários nas ocupações E e F são excluídas das áreas de pavimento. (considerou-se 691 pessoas).
- F6 => Capacidade da Unidade de passagem = 100
- Dimensão = P (área de pavimento ≤ 750 m²)
- Altura = K
- Ocupação = F-6
- Resultado: número mínimo de saídas = 2
NBR 9077, Item 4.4.1.2 A largura das saídas, isto é, dos acessos, escadas, descargas, e outros, é dada pela seguinte fórmula:
N = P/C = 691/100 = 6,91 => 7
Onde:
N = número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro
P = população, conforme coeficiente da Tabela 5 do Anexo e critérios das seções 4.3 e 4.4.1.1 **
C = capacidade da unidade de passagem, conforme Tabela 5 do Anexo
São necessárias portanto, 7 Unidades de Passagem. Como visto em DEFINIÇÕES, no item 3.54 da NBR-9077, cada unidade de passagem tem 0,55m, portanto:
- Resultado: largura total de saídas = 7x0,55 = 3,85m
Com base nos dois resultados apresentados, tire suas conclusões (!)
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(*) retirados de publicações da imprensa.
(**) neste caso utilizou-se novamente os dados retirados de publicações da imprensa, ou seja, População = 691 pessoas.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
domingo, 27 de janeiro de 2013
Esteja pronto para uma emergência
Esteja pronto para uma emergência em locais com grande concentração de público
- Antes mesmo de adentrar ao local, identifique um ponto de encontro para encontrar-se com seus amigos em caso de ocorrer uma emergência. Pode ser seu carro, um ponto de ônibus, ou mesmo um bar nas redondezas.
- Ao entrar no ambiente, identifique imediatamente as saídas de emergência.
- Identifique as possíveis rotas de fuga e, se possível, posicione-se próximo a estes locais. Em caso de emergência, elas o levarão para fora mais facilmente.
- Antes de começar a curtir a festa, vá até estas saídas e verifique se estão funcionando. Se estiverem trancadas, acione os responsáveis ou avise o corpo de bombeiros.
- Em caso de pânico, procure as saídas de emergência, e não o local por onde você entrou. Na maioria dos incêndios as pessoas tentam sair por onde entraram, causando tumulto e engarrafando estes locais.
- Uma vez verificadas as saídas de emergência, de uma olhada no teto e verifique se existe uma tubulação vermelha (sistema de combate à incêndio) e se existem sprinklers (pequenos chuveirinhos) distribuídos nesta tubulação. Os sprinklers são a melhor forma de combate imediato a incêndios. Se existirem, indica que o ambiente possui um sistema automático de combate a incêndio e que oferece alguma segurança.
- Se o ambiente estiver cheio demais, vá embora. Locais onde você mal consegue se movimentar não são seguros.
- Identifique o pessoal da segurança. Veja por onde eles andam, que roupa vestem e como se comportam. Esteja pronto para acioná-los em caso de emergência, passando a maior quantidade de informação a respeito de algo perigoso que você detectar.
- Se você perceber que o evento envolve fogos de artifício que serão acionados dentro de um ambiente fechado, considere a ideia de ir embora mais cedo.
- Em caso de emergência, oriente o pessoal do seu grupo em direção à melhor rota de fuga.
- Não banque o herói. Não tente apagar o fogo.
- Caso a fumaça aumente muito, procure andar agachado a fim de respirar ar mais limpo. Isso aumentará suas chances de chegar do lado de fora.
- Ao atingir o lado de fora, dirija-se ao ponto de encontro e aguarde a chegada dos demais. Não tente retornar para encontrar alguém que ainda não chegou. Se você retornar, vai acabar aumentando as estatísticas da catástrofe.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Custo de projetos de segurança em São Paulo
04/12/2011 - 07h05
Segurança: projetos de especialista custam entre R$ 5.000 e R$ 8.000
CAMILA RODRIGUES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Folha.com - Classificados - Imóveis - Segurança: projetos de especialista custam entre R$ 5.000 e R$ 8.000 - 04/12/2011:
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Segurança nos estádios da Copa de 2014
Globo esporte - 30/11/2011 13h03 - Atualizado em 30/11/2011 13h03
Sempre com auxílio das forças públicas, empresas privadas vão cuidar de toda a parte interna das arenas durante o torneio do Brasil.
O Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 revelou como será a segurança nos estádios durante a competição que acontecerá no Brasil. De acordo com o diretor executivo de competições e operações do COL, a parte interna ficará a cargo de empresas privadas com o auxílio das forças públicas (Polícia Militar). Já a parte externa terá como responsável a PM.
Durante a palestra sobre o andamento das obras e do planejamento para a Copa, realizada na Soccerex, convenção de futebol que acontece no Forte de Copacabana até esta quarta-feira, Trade exibiu slides detalhando como será a segurança no entorno e na parte interna dos estádios.
A logística da segurança nos estádios foi dividida em três partes:
domingo, 4 de dezembro de 2011
Segurança Física com Pedras
Grandes pedras são utilizadas para proteger a sede da polícia da cidade de Waterloo, em Ontário, Canadá.
Veja vídeo clicando aqui.
Uma série de grandes pedras foram adicionados ao pátio frontal da sede da polícia da cidade de Waterloo, em Ontário, no Canadá, a fim de ajudar a proteger o edifício.
A idéia surgiu depois que um homem, sem motivos aparentes, conduziu seu carro pela porta da frente do prédio, na manhã de domingo, 13 de novembro. O Dodge Magnum parou bem perto de onde os policiais trabalhavam.
Uma série de grandes pedras foram adicionados ao pátio frontal da sede da polícia da cidade de Waterloo, em Ontário, no Canadá, a fim de ajudar a proteger o edifício.
A idéia surgiu depois que um homem, sem motivos aparentes, conduziu seu carro pela porta da frente do prédio, na manhã de domingo, 13 de novembro. O Dodge Magnum parou bem perto de onde os policiais trabalhavam.
As pedras foram utilizadas para a proteção temporária na sede da Divisão Norte e da Divisão Sul até que uma solução mais permanente possa ser postas em prática.
Felizmente o acidente não aconteceu em horário mais movimentado, quando muitos oficiais, civis e público em geral, poderiam ter sido envolvidos.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Biometria de face na Copa 2014
Biometria de face pode ser usada em estádios da Copa 2014 - Futebol - iG:
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O equipamento da japonesa NEC pode ser usado para impedir que torcedores violentos, como os hooligans ingleses, entrem nos estádios durante a Copa. Para isso, é necessário o cadastro digital de uma “lista negra”, com as fotos dos torcedores vetados pela Justiça.
A partir de um cálculo da distância entre os olhos, nariz, orelha dos rostos, o equipamento usa a geometria para identificar a face das pessoas do banco de dados na multidão e as aponta aos responsáveis pela segurança.
“Esse aplicativo tem inúmeras utilidades e pode ser usado nos estádios, potenciais clientes. Ele ‘lê’ a geometria da face das pessoas e é capaz de determinar, com boa precisão, se aquela é a pessoa indesejada”, disse o representante de projetos especiais da empresa no Brasil, Alexandre Nakamura. Segundo ele, o estádio de Recife é um potencial cliente.
Uma tela aponta o grau de precisão do equipamento, dependendo do momento em que a imagem é capturada. Na amostragem do evento, o aparelho identificou alguns cadastrados, com eficiência que variou de 32% a 58%.
“Quanto melhor é a resolução da imagem maior é a precisão. O aparelho identifica o rosto mesmo quando há pequenas modificações, como o uso de chapéu e barba, por exemplo”, afirmou Nakamura.
De acordo com ele, as polícias se interessam frequentemente pelo software, em especial para tentar identificar ladrões de bancos, e pessoas que fazem “saidinha” de banco. “O problema é que as imagens que eles têm, na maioria dos casos, são de baixa resolução, e com iluminação ruim. Isso influencia negativamente a identificação. As câmeras precisam ter certa resolução”, explica.
Por outro lado, muitos bancos também são clientes de olho nos clientes “VIP”. É a chamada “lista branca” – em oposição à “lista negra”. “Os bancos têm interesse em agradar o cliente VIP e lhe proporcionar atendimento especial, desde o momento em que entra no estabelecimento”, disse Nakamura.
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Biometria de face pode ser usada em estádios da Copa 2014
Software empregado em aeroportos para identificar terroristas pode servir para barrar 'hooligans' e criminosos
Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro | 29/11/2011 16:23
Uma tecnologia já usada para identificar terroristas e criminosos em aeroportos pelo mundo pode chegar aos estádios brasileiros que estão sendo construídos para a Copa do Mundo de 2014. Um software que reconhece, por biometria, rostos de potenciais ameaças é um dos produtos de tecnologia disponíveis para os estádios inteligentes na Soccerex, feira de negócios de futebol, no Rio.
O equipamento da japonesa NEC pode ser usado para impedir que torcedores violentos, como os hooligans ingleses, entrem nos estádios durante a Copa. Para isso, é necessário o cadastro digital de uma “lista negra”, com as fotos dos torcedores vetados pela Justiça.
A partir de um cálculo da distância entre os olhos, nariz, orelha dos rostos, o equipamento usa a geometria para identificar a face das pessoas do banco de dados na multidão e as aponta aos responsáveis pela segurança.
“Esse aplicativo tem inúmeras utilidades e pode ser usado nos estádios, potenciais clientes. Ele ‘lê’ a geometria da face das pessoas e é capaz de determinar, com boa precisão, se aquela é a pessoa indesejada”, disse o representante de projetos especiais da empresa no Brasil, Alexandre Nakamura. Segundo ele, o estádio de Recife é um potencial cliente.
Uma tela aponta o grau de precisão do equipamento, dependendo do momento em que a imagem é capturada. Na amostragem do evento, o aparelho identificou alguns cadastrados, com eficiência que variou de 32% a 58%.
“Quanto melhor é a resolução da imagem maior é a precisão. O aparelho identifica o rosto mesmo quando há pequenas modificações, como o uso de chapéu e barba, por exemplo”, afirmou Nakamura.
De acordo com ele, as polícias se interessam frequentemente pelo software, em especial para tentar identificar ladrões de bancos, e pessoas que fazem “saidinha” de banco. “O problema é que as imagens que eles têm, na maioria dos casos, são de baixa resolução, e com iluminação ruim. Isso influencia negativamente a identificação. As câmeras precisam ter certa resolução”, explica.
Por outro lado, muitos bancos também são clientes de olho nos clientes “VIP”. É a chamada “lista branca” – em oposição à “lista negra”. “Os bancos têm interesse em agradar o cliente VIP e lhe proporcionar atendimento especial, desde o momento em que entra no estabelecimento”, disse Nakamura.
domingo, 27 de novembro de 2011
Brasil pede identificação de hooligans
27/11/2011 - 09h33
Brasil pede identificação de hooligans para impedir entrada no país na Copa de 2014
Do UOL EsporteEm São PauloUm dos grandes desafios do Brasil na organização da Copa do Mundo de 2014 é a segurança. E para começar o trabalho antes mesmo da competição, o país já avisou: quer os hooligans fora daqui durante a Copa, segundo publicou neste domingo o jornal "Folha de S. Paulo".
Segundo o jornal, a recém-criada Secretaria Especial para Grandes Eventos enviou aos chefes das polícias de Inglaterra, Alemanha, Holanda, África do Sul, Polônia, Argentina e Estados Unidos um relatório solicitando a identificação de torcedores "causadores de problemas". Assim, estes poderão ter o visto de entrada no Brasil negado. E se o torcedor for de um país que não precisa do visto para entrar aqui, ele poderá ser "barrado" nas fronteiras.
A organização do Mundial prevê que cerca de 600 mil torcedores assistirão à Copa-2014. Assim, pelo plano, a Receita Federal, a Polícia Federal e as Forças Armadas trabalhão no controle da entrada dos estrangeiros no país. E além dos baderneiros, a secretaria pretende também identificar e barrar a presença de eventuais terroristas, como foi feito na África do Sul, em 2010. Um grupo de argentinos nem desceu do avião em Johanesburgo. Antes da Copa, a polícia argentina enviou à segurança africana os antecedentes de aproximadamente 800 torcedores de organizadas. Desses, 29 foram deportados ou impedidos de entrar na África.
De acordo com a reportagem, estima-se que 45 mil homens serão mobilizados para a segurança da Copa no Brasil, sem contar os eventuais reforços das Forças Armadas e da Defesa Civil. O Brasil, no entanto, ainda não decidiu quanto será investido na segurança para o Mundial. Em 2010, a África do Sul gastou cerca de R$ 500 milhões neste setor.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Crimes contra o Patrimônio no Estado do Paraná
O gráfico abaixo apresenta o resultado do registro de crimes contra o patrimônio segundo as Polícias Civil e Militar do Estado do Paraná, por dia da semana e faixa horária dos fatos - 2010
(Fonte: BOU, Polícia Civil e Polícia Militar, SSP do Paraná).
Observe que:- Em todos os dias úteis a maior incidência deste tipo de crime ocorre à tarde.
- Nos finais de semana, a maioria dos crimes ocorre a noite.
- Há uma queda acentuada na ocorrência destes delitos aos domingos, principalmente na parte da manhã.
- Durante as madrugadas, há uma incidência ligeiramente maior aos domingos.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Combatendo as Pichações
As tabelas apresentadas ao clicar na figura abaixo sumarizam possíveis ações contra as pichações, os objetivos de cada ação, as condições sob as quais estas ações funcionam melhor, além de alguns fatores que devem ser considerados antes de implementar qualquer uma delas. É importante que tais ações levem em consideração as peculiaridades de cada local. Na maioria dos casos, uma estratégia eficaz envolverá executar diversas ações simultaneamente.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Ataques Terroristas na História e seus Efeitos
Embaixada americana em Beirute, Libano, 1983.
- Data: 18 de abril de 1993, 01h 00min.
- Van com cerca de 900Kg de explosivos.
- O motorista estacionou em frente ao prédio da embaixada.
- 63 mortos.
World Trade Center, NY, 1993.
- Data: 26 de fevereiro de 1993, 12h18min.
- Van com cerca de 680Kg de explosivos (nitrato de amônia), equivalente à 410Kg de TNT .
- O motorista estacionou no subsolo do prédio.
- 6 mortos e mais de 1000 feridos
Murrah Federal Building, Oklahoma, 1995.
- Data: 19 de abril de 1995, 9h02min.
- Van com explosivo equivalente à 2.300Kg de TNT .
- O motorista estacionou a cerca de 6m do prédio.
- 168 mortos.
Khobar Towers, Dhahran, Arábia Saudita, 1996.
- Data: 25 de junho de 1996, 9h50min.
- Caminhão de lixo com explosivo equivalente à 9.000Kg de TNT .
- O motorista estacionou a cerca de 32m do prédio.
- 20 mortos e 372 feridos.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Planejamento de Segurança Física
Fatores importantes a considerar na elaboração de um Plano de Segurança Física:
- Compreender qual é a atividade principal da empresa;
- Compreender quais são as metas e condicionantes do Plano Estratégico da empresa e do Plano Tático de Segurança.
- Conhecer a geografia da região;
- Conhecer a planta da empresa;
- Conhecer o entorno da empresa;
- Relacionar o histórico das ocorrências em outras empresas que residem na área;
- Conhecer as benfeitorias da empresa, inclusive internamente;
- Identificar os pontos vulneráveis (diagnóstico);
- Levantar os riscos (análise de risco).
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