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terça-feira, 22 de outubro de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Detectores de fumaça
A seleção e instalação de detectores de fumaça deve-se levar em consideração tanto a filosofia de concepção do detector, como os locais nos quais estes serão instalados, de forma a evitar operações indevidas ou falta de operação em casos necessários.condicionamento de ar, com altura de instalação de até 8 m.
A área de ação de 81 m² é considerada como um quadrado de 9 m de lado inscrito em um círculo cujo raio será igual a 0,7 vez o lado deste quadrado. Ou seja, um raio de 6,3 m. Assim, toda área quadrada que couber neste círculo, estará dentro da área de ação de um detector de fumaça instalado no seu centro.
Fonte: NBR9441/1998
sábado, 16 de março de 2013
Projeto de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio - I
O projeto de sistemas de detecção e alarme de incêndio (SDAI) deve ser elaborado à luz da NBR9441/1998, e deve conter, obrigatoriamente:
- Localização de todos os equipamentos integrantes do sistema e detalhes genéricos de instalação destes, incluindo a segurança contra roubo.
- Especificações dos equipamentos a utilizar, características e aprovações nacionais.
- Trajeto dos condutores elétricos nas diferentes áreas, com identificação dos riscos envolvidos e suas proteções mecânicas e térmicas, inclusive dimensões dos condutos e caixas, quantidade dos bornes de ligação, identificações, etc.
- Características do material de instalação a ser empregado, suficientes para indicar a adequabilidade de sua utilização.
- Diagrama multifilar mostrando a interligação entre todos os equipamentos aplicáveis aos circuitos de detecção, alarme e auxiliar, e entre estes e a central. Este pode ser genérico ou, em casos de alterações do padrão normal específico, individual, para cada área supervisionada ou para cada circuito.
- Quadro-resumo da instalação, indicando:
- número de circuitos de detecção e sua respectiva área, local ou pavimento;
- quantidade e tipo de detectores ou acionadores manuais em cada circuito e área ou local em que estão instalados;
- quantidade e tipo de indicadores ou avisadores correspondentes a cada circuito e os respectivos locais de instalação;
- quantidade de dispositivos para comandar instalações prediais em cada circuito auxiliar e os
respectivos locais ou áreas de instalação; - cálculo de tempo de abandono desde o ponto de trabalho e área de perigo até a parte externa da edificação, e diagrama da lógica dos alarmes, sinalizações e dos controles para evitar congestionamento na fuga;
- cálculo da bateria para o tempo máximo de supervisão e depois para o alarme de incêndio na maior área supervisionada com todos os sinalizadores e circuitos auxiliares ativados de acordo com a lógica apresentada na alínea 5. Deve ser incluído, no cálculo da capacidade da bateria, a temperatura mínima do ambiente da instalação da bateria e a corrente máxima exigida.
sábado, 3 de julho de 2010
Alarme Falso
Residências e estabelecimentos comerciais que guardam em seu interior objetos de valor já estão, na sua maioria protegidos por sofisticados sistemas de alarme, seja ele destinado a detectar intrusão ou a evitar um incêndio. Independente da aplicação, ainda existe um vasto campo para o emprego dos equipamentos eletrônicos de segurança. Entretanto, ainda há uma enorme barreira a ser vencida: o falso alarme.
O sinal de falso do alarme acontece basicamente devido a problemas nos seguintes itens:
- Desculpa pessoal, alarme falso!!
O sinal de falso do alarme acontece basicamente devido a problemas nos seguintes itens:
- nos equipamentos;
- na instalação dos equipamentos;
- na manutenção do sistema como um todo;
- na utilização e operação do sistema.
Em pesquisas da NBFAA (National Burglary and Fire Alarm Association*) junto a seus membros, foi detectado que a maior preocupação do setor, a fim de aumentar a confiabilidade dos seus produtos, é a redução do falso alarme.
Reduzir os falsos alarmes é uma tarefa complexa que exige paciência e treinamento. Algumas etapas deste processo podem ser assim enumeradas:
- Determinar a taxa de falsos alarmes e suas causas.
- Avaliar os equipamentos instalados.
- Estabelecer métodos de testes dos equipamentos.
- Planejar e instalar corretamente os equipamentos.
- Conhecer o zoneamento estabelecido através dos sensores e centrais.
- Inspecionar a instalação.
- Treinar os operadores do sistema de segurança.
- Informar o usuário do sistema a respeito de suas características e forma de operação.
Em 1 deve-se procurar entender o o problema e suas causas. Em 2 e 3 a preocupação está voltada para os equipamentos instalados; suas características e forma de emprego. Em 4 e 5 o foco é a instalação. A manutenção é contemplada em 6 e a correta utilização do sistema , em 7 e 8.
* Associação americana destinada a representar, promover e incentivar o
crescimento e desenvolvimento profissional da segurança electrônica.
domingo, 27 de junho de 2010
Características de um Projeto de SDAI
CENTRAL DE ALARME
ACIONADORES MANUAIS
- Deve ser localizada em áreas de fácil acesso e, sempre que possível, sob vigilância humana constante (por exemplo, portarias principais de edifícios, salas de bombeiros ou segurança, etc.).
- A área de instalação da central não deve estar próxima a materiais inflamáveis ou tóxicos. A área, quando enclausurada, deve ser ventilada e protegida contra a penetração de gases e fumaça.
- Deve existir um caminho de abandono até uma área segura fora do prédio, que não pode ser inundada pela fumaça ou pelo calor do fogo e não pode conter materiais inflamáveis ou tóxicos com o aumento da temperatura.
- A distância máxima a percorrer até área segura não pode ser maior que 25 m.
- A escolha do local da instalação da central deve permitir a comunicação verbal entre esta e o estacionamento de veículos de combate a incêndio.
- A central não deve ser instalada em áreas com risco de fogo ou onde não são assegurados o abandono e acesso por área protegida até área segura.
- Deve ser instalado nos locais onde seja necessária ou conveniente a informação precisa da área ou setor onde ocorre um princípio de incêndio ou defeito do sistema.
- O local escolhido deve ser suficientemente protegido para evitar a inutilização prematura do painel pela fumaça ou pelo fogo.
- A área de ação a ser empregada para estes detectores é de 36m2 para uma altura máxima de instalação de 7m. Os tipos mais utilizados são:
- térmicos: instalados em ambientes onde a ultrapassagem de determinada temperatura indique seguramente um princípio de incêndio;
- termovelocimétricos: instalados em ambientes onde a rapidez no aumento da temperatura indique inequivocamente um princípio de incêndio.
ACIONADORES MANUAIS
- São dispositivos usados para iniciar o alarme de forma manual.
- Deve ser instalado em locais de maior probabilidade de trânsito de pessoas em caso de emergência, tais como:
- saídas de áreas de trabalho,
- areas de lazer,
- corredores,
- halls,
- saídas de emergência.
- Deve ser instalado a uma altura entre 1,20 m e 1,60 m do piso acabado na forma embutida ou de sobrepor.
- A distância máxima a ser percorrida, livre de obstáculos, por uma pessoa em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo não deve ser superior a 16 m e a distância entre os acionadores não deve ultrapassar 30 m.
- Na separação vertical, cada andar da edificação deve ter pelo menos 1 (um) acionador manual.
- Um circuito de detecção pode alimentar no máximo 20 detectores automáticos ou uma combinação de 20 dispositivos entre detectores automáticos e acionadores manuais.
- Isto corresponde a uma área máxima de 1600 m2, supervisionada por uma linha ou laço interligando detectores de fumaça.
Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio (SDAI)
Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio (NBR 9441)
Definições
Definições
- Sistema de detecção e alarme de incêndio (SDAI)
- Conjunto de equipamentos destinados a gerar um alarme ou uma ação automática de extinção quando um de seus componentes atuar em função da presença de uma das características físico-químicas de um incêndio.
- Central de alarme
- Equipamento destinado a processar os sinais provenientes dos circuitos de detecção, a convertê-los em indicações adequadas e a comandar e controlar os demais componentesdo sistema
- .Painel Repetidor
- Equipamento comandado pela central ou pelos detectores, destinado a sinalizar de forma visual e/ou sonora, no local da instalação, ocorrências detectadas pelo sistema. Pode ser do tipo paralelo com os indicadores alinhados e texto escrito, ou do tipo sinótico onde a planta é reproduzida em desenho e a indicação no lugar da área supervisionada.
- Detector automático de temperatura pontual
- Dispositivo destinado a atuar quando a temperatura ambiente ou o gradiente da temperatura ultrapassa um valor predeterminado no ponto da instalação
- Detector automático de fumaça pontual
- Dispositivo destinado a atuar quando ocorre presença de partículas e/ou gases, visíveis ou não, e de produtos de combustão, no ponto da instalação.
- Detector linear
- Detector destinado a atuar quando ocorre a presença de partículas e/ou gases, visíveis ou não, e de produtos de combustão, ou a variação anormal de temperatura ao longo da linha imaginária de detecção.
- Acionador manual
- Dispositivo destinado a transmitir a informação de um princípio de incêndio, quando acionado pelo elemento humano.
- Avisador
- Dispositivo previsto para chamar a atenção de todas as pessoas dentro de uma área em perigo, controlado pela central.
sábado, 26 de junho de 2010
Fogo
Triângulo do Fogo
CombustívelÉ todo material que queima. São sólidos, líquidos e gasosos, sendo que os sólidos e os líquidos se transformam primeiramente em gás pelo calor e depois inflamam.
- Sólidos: Madeira, papel, tecido, algodão, etc.
- Líquidos:
- Voláteis – são os que desprendem
gases inflamáveis à temperatura
ambiente.
Ex.:álcool, éter, benzina, etc. - Não Voláteis – são os que
desprendem gases inflamáveis
à temperaturas maiores do
que a do ambiente.
Ex.: óleo, graxa, etc - Gasosos
Ex: butano, propano, etano, etc.
É o elemento ativador do fogo, que se combina com os vapores inflamáveis dos combustíveis, dando vida às chamas e possibilitando a expansão do fogo. Compõe o ar atmosférico na porcentagem de 21%, sendo que o mínimo exigível para sustentar a combustão é de 16%.
Calor
É uma forma de energia. É o elemento que dá início ao fogo, é ele que faz o fogo se propagar. Pode ser uma faísca, uma chama ou até um super aquecimento em máquinas e aparelhos energizados.
Propagação do calor
O fogo pode se propagar das seguintes formas:
- Pelo contato da chama em outros combustíveis;
- Através do deslocamento de partículas incandescentes;
- Pela ação do calor.
- Condução -É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio material, de molécula a molécula ou de corpo a corpo.
- Convecção - É quando o calor se transmite
através de uma massa de ar aquecida, que se desloca do local em chamas, levando para outros locais quantidade de calor suficiente para que os materiais combustíveis aí existentes atinjam seu ponto de combustão, originando outro foco de fogo. - Irradiação - É quando o calor se transmite por ondas caloríficas através do espaço, sem utilizar qualquer meio material.
Os incêndios são classificados de acordo com as características dos seus combustíveis. Somente com o conhecimento da natureza do material que está se queimando, pode-se descobrir o melhor método para uma extinção rápida e segura.
A - MADEIRA, PAPEL E ALGODÃOMétodos de extinção do fogo
B - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS
C - EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS ENERGIZADOS
D - OUTRAS CLASSES NÃO COMUNS
- Isolamento
- Abafamento
- Resfriamento
Reação em cadeia
cadeia ou reação em cadeia, que, em resumo, é o produto de uma transformação gerando outra transformação
Extinção da reação em cadeia (extinção Química) - Este método consiste no seguinte: o combustível, sob ação do calor, gera gases ou vapores que, ao se combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável. Quando lançamos determinados agentes extintores ao fogo, suas moléculas se dissociam pela ação do calor e se combinam com a mistura inflamável (gás ou vapor mais comburente), formando outra mistura não–inflamável.
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